Adima deve funcionar em Secretaria Municipal após ser rejeitada pelo Ciesp

Associação está inativa há um ano e nove meses e poderia ter retomado as atividades com a junção. Instituição deve funcionar na Secretaria de Desenvolvimento Econômico.

O jurídico do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) descartou a hipótese da Adima (Associação das Indústrias de Alimento de Marília) funcionar como departamento na área de alimentação. De acordo com a resposta obtida não é interessante para o órgão manter duas representatividades e dois CNPJs dentro do mesmo prédio.

A entidade está inativa há um ano e nove meses e poderia ter retomado as atividades com a junção. A partir desta negativa a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo se dispôs a colaborar e no ano de 2015 a Adima deve ser instalada na nova sede da pasta, inaugurada em novembro. Anteriormente a instituição já esteve instalada no antigo endereço da secretaria. Além disso, deverá ser escolhido novo presidente para assumir a gestão da associação.

“Falamos com o secretário e aguardamos um retorno sobre algum possível empresário que possa assumir a Adima”, informou o empresário José Geraldo Garla que ficou à frente da entidade durante três mandatos.

Fator favorável para retomada das atividades da Adima é a possibilidade da chegada de uma grande empresa do setor de alimentação, a Harald, líder na produção de chocolates, coberturas e ingredientes para indústrias de receitas caseiras.

“Não podemos perder a Adima e devemos unir esforços para manter a entidade em funcionamento”, falou o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Cássio Luiz Pinto Junior.

Desde 2013 não foi eleito novo presidente e as reuniões deixaram de ser realizadas. No princípio a entidade representava mais de 60 empresas de Marília e região. Todavia, depois do fechamento de diversas indústrias menores o número passou a 40 associados.

“Para a retomada das atividades seria necessário este apoio do poder público”, reintera Garla.

Entre as medidas que a associação pretende colocar em prática está a oficialização junto ao Congresso Nacional do título “Marília Capital do Alimento”, além da construção de portais nas entradas da cidade com alusão ao ramo alimentício. Fora isso a retomada da realização da Feira do Alimento com sua primeira edição promovida em outubro de 2010, mas não teve continuidade. Além da construção de um “Palácio da Indústria” a ser instalado na avenida Castro Alves.

Texto: Cibele Martins (Jornal Diário)

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